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Sexta-feira, 01 de Maio 2026

Colunas/CRÔNICAS - ALEXANDRE J.PIERINI

O campo da Atlética, Jair Bala, a laranja e o Gelol!

Alexandre José Pierini - Professor da Uniara

O campo da Atlética, Jair Bala, a laranja e o Gelol!
Alexandre José Pierini - Professor da Uniara
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Quando o assunto é esporte amador de Araraquara, não se pode deixar de mencionar o campo da Atlética que fica próximo à Igreja Santo Antônio no bairro da Vila Xavier, relembrado numa conversa recente com Marinho Rã no Podcast Uniara, cria do Colorado do Zé Lemão e com passagem pela Portuguesa de Desportos e Seleção Brasileira, que inclusive, iniciou sua carreira de jogador no campo da Atlética.
 
Palco de muitas disputas no futebol amador araraquarense, o campo da Atlética pode ser considerado um símbolo da cidade - muitos atletas que depois vestiram a camisa da Ferroviária desfilaram seus talentos naquele campo.
 
A lembrança afetiva que tenho da Atlética é no remoto final dos anos 70, quando ainda menino sonhava em ser jogador de futebol – a teimosia era maior que a persistência, mas me lembro bem do vestiário da Atlética que cheirava a laranja e Gelol, pomada “mágica” que os aspirantes a jogador passavam com volúpia nas canelas e deixava um cheiro de cânfora no ar.
 
Me lembro também da figura folclórica de Jair Bala, treinador da Ponte Preta de Araraquara, que dentro do vestiário da Atlética passava com vontade o “Gelol” nas pernas, colocando uma redinha de guardar laranja na cabeça e tomando água na moringa. O detalhe é que ele tomava no “bico”, sem haver protestos pelos outros jogadores.
 
Naquela época, a gente chegava para jogar com as chuteiras entre os dedos, a camisa era grande demais, as meias imensas e incabíveis, o gramado cheio de folhas de eucalipto e que muitas vezes produzia escorregões homéricos – o ponto de ônibus ficava ali perto, em frente à Igreja e geralmente demorava um tempão para passar, enquanto isso, o “hit”de sucesso da época tocava insistentemente na vitrola do bar: “Todo menino é um rei” de Roberto Ribeiro, e a gente ia para casa achando que a letra da música era absolutamente verdadeira.
FONTE/CRÉDITOS: Alexandre José Pierini - Professor da Uniara

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